janeiro 20, 2010
Ao longo destes últimos 21 anos, as organizações de todos os países e ramos de negócio adotaram a certificação de seus Sistemas de Gestão da Qualidade segundo a ISO 9001 para ampliar a confiabilidade dos produtos ou serviços fornecidos aos seus parceiros de negócios, para selecionar os seus fornecedores, para garantir o atendimento aos requisitos contratuais, legais e regulamentares. Em função disto, a ISO revisa periodicamente a norma. O artigo apresenta uma visão sobre as mudanças efetivas e as possíveis implicações no Sistema de Gestão da Qualidade atual e em sua certificação.
BRANCHINI, Odecio J. G. Mudanças simples, mas profundas na ISO 9001:2008. Banas Qualidade. São Paulo, jun./ 2009, n° 205, p. 16-21
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+ Normalização, + Qualidade, Exportação |
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janeiro 20, 2010
A atividade de Análise de Riscos durante a fase de qualificação de equipamentos ou sistemas sempre foi uma atividade recomendada em várias normas internacionais. O que mudou é que de agora em diante a Análise de Riscos deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma exigência nas futuras inspeções internacionais e nacionais. Este artigo tem por objetivo principal descrever as etapas de uma Análise de Riscos.
ARAGÃO, Viviane. Análise de riscos durante a qualificação de equipamentos. Controle de Contaminação, São Paulo, jun./2990, n° 122, p. 22-25
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+ Normalização, + Qualidade, Segurança |
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janeiro 20, 2010
Em entrevista exclusiva, o superintendente do CB 25, da ABNT, Renato Pedroso Lee, relata como o Brasil terá de enfrentar os novos desafios da qualidade, com ou sem crise: a incorporação da análise de risco, um maior foco nos resultados dos sistemas de gestão da qualidade, a agilidade dos sistemas de gestão da qualidade, a agilidade dos sistemas em responder a novas oportunidades e ameaças e a gestão de melhorias e inovação.
Os 22 anos da ISO 9001 e da qualidade no Brasil. Banas Qualidade, São Paulo, jun./2009, n° 205, p. 41-43
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+ Normalização, + Qualidade |
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janeiro 20, 2010
A crise financeira internacional impõe a necessidade de os analistas se voltarem mais para as questões de fundo do atual cenário, afastando-se do sobe-e-desce das telas da Bloomberg. O trabalho procura traçar um panorama das transformações das formas de intervenção do Estado, produzindo diferentes arranjos de interface público-privada que resultaram em diferentes paradigmas, responsáveis pelo exercício do poder hegemônico no curso da história. Sob esta perspectiva, é possível decifrar a urgência de um padrão regulatório de intervenção a se construir nos escombros do atual desarranjo institucional.
MATOS, João Boaventura de. Mudança de paradigma – crise e oportunidade em três ondas. Revista ESPM, São Paulo, maio/jun./2009, n° 3, p. 50-54
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Globalização |
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janeiro 20, 2010
Eles perceberam que “converter a estratégia em processo contínuo” (o quinto princípio que consta do seu livro anterior, A Organização Orientada para a Estratégia) era um desafio inalcançável para muitas empresas. Descobriram o porquê: a falta de referência que guiasse a correta integração das múltiplas ferramentas de operação e de estratégia, e criaram um sistema corretor a partir daí. Nesta entrevista, Robert Kaplan e David Norton, especialistas em estratégia, desenham o sistema de gestão de circuito fechado. Pode ser o futuro da estratégia.
Execução premium: unindo os pontos. HSM Management, Alphaville, SP, maio/jun./2009, n° 74, 106-1 13.
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Competitividade, Estratégia |
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janeiro 20, 2010
Para competir contra a escala de empresas rivais, os executivos costumam pensar imediatamente em crescimento, volume e escala. No entanto, há muitas maneiras de concorrer, condicionadas pela cultura, posicionamento e setor de atividade. A ferramenta “Cubo do Crescimento” serve de guia para definir qual a melhor para cada companhia, usando o exemplo real da Arcandor, companhia alemã que vem superando suas dificuldades e hoje está na corrida rumo ao crescimento rentável, como mostra este estudo.
A. T. Kearney. Cubo do Crescimento contra a escala. HSM Management, Alphaville, SP, maio/jun./2009, n° 74, 50-58
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Estratégia |
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janeiro 20, 2010
A Agência nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, concluirá até setembro a reavaliação de catorze substâncias tóxicas proibidas em diversos países, mas que continuam usadas no Brasil. Nesta entrevista, o bioquímico e sanitarista José Agenor Alves, reconhece os riscos à saúde decorrentes do consumo de alimentos produzidos com os chamados defensivos agrícolas. Fala que Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, e alerta a população para que participe da prevenção usando práticas comuns como lavar bem as frutas e as verduras antes de consumi-las.
De olho nos agrotóxicos. Revista do Idec, São Paulo, jul./2009, n° 134, p. 8-11
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+ Qualidade, Alimento |
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janeiro 20, 2010
Em apenas uma hora, a Terra recebe do Sol o equivalente a todo o atual consumo energético global durante um ano. Apesar disso, a energia solar, por meio de sistemas de aquecimento de água e geração fotovoltaica, contribui hoje com menos de 0,05% do suprimento de energia mundial. Este artigo faz um balanço do estado-da-arte das tecnologias, seu potencial de mercado, impactos ambientais, interação com as redes elétricas e expectativas de expansão.
A.H. M., Peter. Energia solar para geração elétrica e aquecimento: situação atual e perspectivas. Eletricidade Moderna, São Paulo, maio/2009, n° 422, p. 256-265
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+ Elétrica, Meio ambiente |
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janeiro 3, 2010
Uma árvore capaz de gerar até 7MWh/ano de energia a um custo menor do que os painéis fotovoltaicos. Essa é uma nova promessa de uma parceria entre pesquisadores dos EUA e Reino Unido. A nova tecnologia, ainda em desenvolvimento, é capaz de aproveitar simultaneamente energia solar e eólica. O processo funciona a partir da sensibilização de folhas artificiais – monofolhas – repletas de sensores fotovoltaico e termovoltaicos. Os movimentos das nanofolhas, causados pela chuva e o vento, aciona cristais piezo-elétricos, transformando a agitação mecânica em eletricidade.
Energias para o futuro. Uma opção às fotovoltaicas. Brasil Energia, São Paulo, maio/2009, n° 342, p. 48-49
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Energia |
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